segunda-feira, 10 de agosto de 2026

O DEPUTADO FEDERAL FLORO BARTOLOMEU COMUNICOU COM ANTECEDÊNCIA QUE NÃO PRECISAVA MAIS DA PRESENÇA DE LAMPIÃO EM JUAZEIRO DO NORTE.

  Por José Mendes Pereira


De acordo com pesquisas que fiz, encontrando fatos que alguns estudiosos do cangaço ainda não tiveram a oportunidade de saberem, achei o 
 link para você conferir o que eu apresentei sobre o que enviou o deputado Floro Bartolomeu às autoridades de Juazeiro do Norte no Ceará. 

Clique no link abaixo. Se ele não abrir, leve-o ao google.

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/lampiao-e-pe-cicero-80-anos-depois-1.729417

Costuma-se dizer que: mata a cobra e mostra o pau, mas na verdade não se deve dizer assim. Eu digo: Mato a cobra e mostro a cobra.

Então estou entregando aos leitores a fonte desta afirmação sobre o que enviou o Floro Bartolomeu. 

É muito difícil saber quem foi o verdadeiro culpado de ter protegido o cangaceiro Lampião e seu bando, entregando-lhes em Juazeiro do Norte armas e muita munição, além do mais, uniformes como se o grupo de facínoras  representasse grande autoridade e protetor  da sociedade nordestina

A gente percebe que foi um desastre total e maldoso quando entregaram mais de "50" armas  e bem municiadas a uma porção de delinquentes, todos, com a intenção de apertarem os gatilhos das armas novas para verem um infeliz cair morto. 

As autoridades de Juazeiro do Norte da época, que tinham obrigação de desarmarem marginais, e o que fizeram, entregaram a bandidos armas que matam sem piedades. O poder é um meio de negócios ilícitos. Alguém estava ganhando com esta maldade contra os nordestinos, e que ao saírem de lá, eu imagino, quantas vidas foram eliminadas no retorno a Pernambuco pelas armas adquiridas ilegalmente no Ceará? Foi uma grande falha que cometeu as autoridades juazeirenses.

Lampião - Não sei quem a coloriu.

Sobre o deputado Floro Bartolomeu da Costa, que sempre foi acusado de ter sido ele que planejou o ingresso de Lampião e seus homens para combaterem a Coluna Prestes, e convocado o rei para comparecer a Juazeiro do Norte, mas precisamos ver que, antes da sua ida ao Rio de Janeiro para fazer tratamento de saúde, Floro Bartolomeu enviou um telegrama no dia 23 de janeiro de 1926, ao rábula (advogado não formado) José Ferreira em Juazeiro. 

Vejam o conteúdo do telegrama:

 “ - Comunique ao nosso amigo, que não é preciso mais Lampião, povo já seguiu perseguição revoltosos”.  
Floro Bartolomeu.

Fonte do Diário do Nordeste:

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/lampiao-e-pe-cicero-80-anos-depois-1.729417

O deputado não revelou o nome do amigo e acho que seria o padre Cícero Romão Batista. No mesmo dia, bastante doente, Floro Bartolomeu da Costa viajou de Campos Sales para o Rio de Janeiro, e no dia 8 de março deste mesmo ano, ele faleceu às 5 horas da tarde, com 50 anos de idade, Afirmam alguns escritores e pesquisadores que Frolo Bartolomeu morreu solteiro e pobre. 

Cidade Campos Sales

O telegrama prova que o deputado Floro Bartolomeu não tinha mais nada a ver com o aparecimento de Lampião e seu bando em Juazeiro, porque o tempo de "44" dias, isto é, de janeiro a março foi o suficiente para que as autoridades de Juazeiro do Norte tivessem  comunicado a Lampião que não era mais necessária a sua presença no município. Não se sabe se o rábula José Ferreira apresentou o telegrama do Floro às autoridades. Mas quem sabe, apresentou-o e ninguém se preocupou com o conteúdo que estava escrito pelo o político. 

Padre Cícero Romão Batista

E agora! A quem devemos responsabilizar pelo armamento a Lampião e seu bando de marginais? Teria sido mesmo o Padre Cícero Romão Batista que não percebeu, que ele antes tinha sido um sacerdote de Deus? Ou fez por achar que Lampião era merecedor mesmo de ser uma autoridade do sertão, recebendo a patente de capitão do exército brasileiro, patente esta que não era legal? 

Nesse período da presença do cangaceiro a Juazeiro do Norte, o padre Cícero estava afastado da igreja católica, porque o Vaticano havia suspendido as suas ordens religiosas, porque estava o acusando de falsos milagres. 

Na minha humilde opinião, o padre Cícero não era o responsável por tudo isto. mas já que ele estava afastado das suas obrigações religiosas, quem sabe, uma espécie de vingança...?

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morreu, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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domingo, 9 de agosto de 2026

FELIZ DIA DOS PAIS

 Por Robério Santos

À esquerda, José Ferreira da Silva, pai de Lampião.
À direita, José Gomes de Oliveira, pai de Maria Bonita.
Curioso: ambos se chamavam José. Imagem gerada por IA a partir de um desenho (Pai de Lampião) e de uma fotografia real (pai de Maria Bonita).

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10164630388792840&set=a.486697157839

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. 

E entenda que:

 "Perdoar é devolver ao outro o direito de ser bem feliz".

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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sábado, 8 de agosto de 2026

BICAS

  Clerisvaldo B. Chagas, 5 de agosto de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3455


SELEIRO (GETTY).

Em tempo de inverno, ainda hoje, onde tiver casas cobertas com telhas, fala-se e se precisa de bicas. Mas, o que é bica na linguagem sertaneja se não estamos falando do verbo Bicar?  Bem, bica é uma calha artificial , geralmente confeccionada em zinco, para direcionar as águas da chuva  no telhado, para algum lugar previsto.  A bica, também é chamada de biqueira. E para se fazer bicas bem-feitas era preciso um bom artesão. Na segunda metade do século XX, em Santana do Ipanema, havia artesãos para tudo.  E na Rua mais antiga de Santana, a Antônio Tavares, entre diversos artesãos, havia dois fabricante de bicas, um apelidado Zé  Gancho, outro Manezinho Quiliu. E quem fazia bica poderia também fazer vaso vertical de guardar feijão.

Havia também um excelente artesão, no, hoje, Bairro Santa Quitéria, cujo trabalho era muito elogiado pelo seus clientes. E, na Rua Santa Sofia, também havia um artesão de bicas. Na Rua Antônio Tavares ainda havia uma exímia artesão que era avó do futuro escritor Oscar Silva, porém, sua especialidade era confeccionar candeeiro de flandre, de lata, e por isso mesmo chamada pelo povo de Josefina Flandreleira. Visto isso batemos mais uma vez sobre a primeira travessa da Rua Antônio Tavares, mais chamada de “Beco”. O Beco liga  a Rua Nova à Rua Antônio Tavares uma ladeira de mais ou menos 200 metros de extensão. Santana está completamente asfaltada, porém, o Beco ainda é calçado com pedras brutas dos tempos de vila. O mato prolifera nas juntas do início ao fim da travessa.

As casas ocupadas de antes, parecem abandonadas, faltando pouco para virarem ruínas. Tudo a apenas 100 metros do Centro Comercial. Nossa  sugestão é que a prefeitura asfalte o beco e, em acordo, transforme e decadência em salões que seriam ocupados pelos diversos artesãos da terra. Artesãos dos couros, do pano, da madeira, de ferro... facilitando a vida desses profissionais, criando o Beco ou Travessa dos Artesãos e fomentando o turismo regional. Ou isso ou daqui a pouco, ruínas e beco assombrado cheio de fantasmas, marginais e perigos real.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/08/bicas-clerisvaldo-b.html


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Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

O JAGUNÇO

 Autor Euclides da Cunha

Opulentada de esplêndidas minas, aquela paragem é malsinada pela própria opulência. Procuram-na há duzentos anos irrequietos aventureiros, excitados pelo anelo de espantosas riquezas, e estes, esquadrinhando afanosamente os flancos das serranias e as nascentes dos rios, fizeram mais do que amaninhar a terra com a ruinaria das catas e o indumento áspero das grupiaras; legaram à prole irradia e, de contágio, aos rudes vaqueiros que os precederam, a mesma vida desenvolta e inútil livremente expandida na região fecunda, onde por muitos anos foram moeda corrente o ouro em pó e o diamante em bruto. De sorte que sem precisarem despertar pela cultura as energias de um solo em que não se fixam, e atravessam na faina desnorteada de faiscadores, conservaram na ociosidade turbulenta a índole aventureira dos avós, antigos fazedores de desertos. E como, a pouco e pouco se foram exaurindo os cascalhos e afundando os veeiros, o banditismo franco se impôs-se-lhes como derivativo à vida desmandada.

O jagunço, saqueador de cidades, sucedeu ao garimpeiro, saqueador da terra. O mandão político substituiu o capangueiro decaído.

Imaginem que dentro do arcabouço titânico do vaqueiro estale, de súbito, a vibratibilidade incomparável do bandeirante. Teremos o jagunço.

Todo o vale do rio das Éguas e, para o norte, o do rio Preto formam a pátria original dos homens mais bravos e mais inúteis de nossa terra. Um lugar se destaca sob um aspecto especial: o do Bom Jesus da Lapa. É a Meca dos sertanejos. A sua conformação original, ostentando-se na serra de grimpas altaneiras, que ressoam como sinos; abrindo-se na gruta caprichosa, cujo interior recorda a nave de uma igreja, escassamente aclarada; tendo pendidos dos tetos grandes candelabros de estalactites; prolongando-se em corredores cheios de velhos ossuários diluvianos; e a lenda emocionante do monge que ali viveu em companhia de uma onça – tornaram-no objetivo predileto de romarias piedosas, convergentes dos mais longínquos lugares, de Sergipe, Piauí e Goiás.

Ora, entre as dádivas que em considerável cópia jazem no chão e às paredes do estranho templo, o visitante observa de par com as imagens e as relíquias, um traço sombrio de religiosidade singular. Facas e espingardas. O clavinoteiro ali entra, contrito, descoberto. Traz à mão o chapéu de couro, e a arma à bandoleira. Cai genuflexo, fronte abatida sobre o chão úmido de calcário transudante. E reza. Sonda longo tempo, batendo no peito, as velhas culpas. Ao cabo, cumpre devotamente a promessa que fizera para que lhe fosse favorável o último conflito que travara; entrega ao Bom Jesus o trabuco famoso, em cuja coronha alguns talhos de canivete lembram o número de mortes cometidas. Sai desapertado de remorsos, feliz pelo tributo pago. Amatula-se de novo à quadrilha. Reata a vida temerosa.

Há no entanto uma ordem notável nos jagunços. Batendo-se lealmente pelo mandão que os chefia, resumem as desordens às minúsculas batalhas em que entram, militarmente, arregimentados. O saque das povoações que conquistam, tem-no como direito de guerra, e neste ponto, absolve-os a história inteira. Fora disto, porém, são raros os casos de roubos que consideram desaire e indigno labéu. O mais frágil positivo pode atravessar, inerme, procurando o litoral, aquelas matas e campos, com os picuás atestados de diamantes e pepitas. Não lhe faltará um só no termo da viagem. O forasteiro alheio às lutas partidárias, atravessa-os igualmente imune.

Não raro um mascate, seguindo por ali, com os seus cargueiros rengueando ao peso das caixas preciosas, estaca, tremendo, ao ver aparecer de frente um grupo de jagunços acampados na volta do caminho... Mas perde em momentos o medo. O clavinoteiro-chefe aproxima-se. Saúda-o com boa sombra; dirige-lhe a palavra, risonho, e mete-lhe à bulha o terror, galhofeiro. Depois lhe exige um tributo: um cigarro. Acende-o numa pancada única do isqueiro; e deixa-o passar, levando, intactas, a vida e a fortuna. São numerosos, casos desse teor, revelando notável nobreza entre aqueles valentes desgarrados.

O cangaceiro da Paraíba e Pernambuco é um produto idêntico, com diverso nome. Distingue-o o jagunço talvez a nulíssima variante da arma predileta: a parnaíba, de lâmina rígida e longa suplanta a arma tradicional do clavinote de boca de sino.
Brasil Social : Revista quinzenal ilustrada (RJ) - 1925

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morreu, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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SILA

  Por Abdias Filho A cangaçeira Sila (Ilda Ribeiro), foi raptada pelo cangaçeiro Zé Sereno quando tinha 15 anos. Na noite do mesmo dia acont...